- precisamos conhecer os mandamentos de Deus.
- precisamos analisar os valores
culturais da nossa sociedade à luz dos mandamentos.
- Ex:
- mpb: há músicas populares cuja letra e melodia são bonitas e nos fazem
bem: “Aquarela do Brasil”, “Carinhoso”, etc, etc, etc.... Mas há também alguns funks que incitam a
violência, a uma vida sexual depravada, etc.
A obediência aos valores de Deus é
vital. A atenção aos valores culturais é secundário. O nosso compromisso é
viver neste mundo obedecendo ao nosso Deus.
Os primeiros cristãos discutiam se um
gentio (não judeu) tinha de ser tornar judeu para se tornar um cristão. A
conclusão demorou a ser um consenso. Alguns achavam que a cultura hebraica era
essencial para se entender a iniciativa salvadora de Jesus.
- Hoje se discute se há um ritmo
profano e outro sagrado. Ex: hinos do CC.
- Os ritmos brasileiros são
aceitáveis num culto cristão? Há instrumentos mais sagrados e outros menos
sagrados? – A chegada do piano nos anos
20 foi controversa. A entrada da guitarra, nos anos 70, envolveu muita
discussão. A bateria já foi alvo de muita celeuma. Outros instrumentos de
percussão também.
- Não estaremos sacralizando nossos
gostos e estéticas particulares?
- Não há instrumentos intrinsicamente
sacros ou profanos. Profano é o uso que fazemos dele.
-
quando aceitamos a
Cristo não precisamos renunciar aos valores legítimos da cultura (que não se
choquem com a Palavra de Deus). Ex. Um índio não precisa deixar de ser índio
para ser cristão. Talvez tenha de renunciar a alguns valores da cultura da sua
tribo, como a adoração a algum outro deus. Um médico continua sendo médico. E a Gretchen, deve ou não renunciar ao tipo
de vida artística que vivia antes de Cristo? E a Monique Evans?
- segundo o vs 20, cada um deve ficar
no estado em que foi chamado. Só que têm de considerar suas profissões
como “campo missionário”. Ex. jogador de futebol. Muitos fizeram do
esporte seu meio de vida e de evangelização.
Agora:
Vivemos em grande tensão. Da
recomendação de Paulo acerca da escravidão, podemos tirar alguns conselhos para
a nossa vida hoje.
- Paulo não justificava a escravidão.
Orientou a quem fosse escravo que lutasse por sua liberdade, mesmo porque o
feroz sistema escravagista romano era algo passageiro, não absoluto, como
ensinava o Império.
- há alguns valores corrompidos. Ex:
nota fiscal
- ás vezes, não temos como escapar.
Ex: um médico cristão deve cobrar apenas pelo serviço que fez. Mas se ele
estiver numa equipe em hospital, muitas vezes não pode fazer muito quando a sua
equipe ou hospital decide aumentar os itens na fatura para receber mais do
plano de saúde ou do paciente.
- crente trabalhando em fábrica de
cigarros ou de bebidas. Quando puder, fique livre.
-
o principal princípio: não podemos ser
escravos de nenhum valor cultural, mesmo que predominante na sociedade ou
aparentemente aceitável.
- Não seguir a nenhum outro senhor. A
situação dos cristãos
Hoje, o secularismo domina todas as
áreas e também não é fácil ser cristão hoje. A vida da maioria das pessoas gira
em torno de prestígio, poder e dinheiro. A corrupção se tornou um estilo
aceitável de viver. “Você decide” – sujeito deixou uma mala cheia de dinheiro e
morreu. A sonegação é algo natural e só não sonega quem não consegue. Política
tornou-se um território onde os bons não querem estar, para a alegria dos maus
que a dominam.
Gente que fala em soberania de Deus,
propósito de Deus nos templos, nos cultos, não encontram espaço e estímulo para
afirma-la no seu dia-a-dia. Paulo diz que devemos viver obedientes a Deus
precisamente nestes dias, neste tempo. Mas só viveremos assim, quando estiver
bem claro na mente e no coração de cada crente que nós custamos caros demais para Deus: a vida do seu Filho. Não
pertencemos ao mundo em que vivemos, mas a Cristo. Mas muitas vezes tanto
nos envolvemos com o mundo que parecemos ser dele. Nós somos de Cristo.
-
o seu trabalho quer lhe escravizar...
por melhor que seja, o crente deve dizer: a minha vida não é este emprego.
Minha vida é obedecer a Jesus e desfrutar a presença de Deus no trabalho.
-
a escola quer lhe escravizar....
o nosso fim deve ser obedecer a Jesus Cristo e desfrutar da presença de Deus na
escola.
-
a ciência quer nos escravizar.
Minha vida não é a ciência. Minha vida é obedecer Cristo e desfrutar da
presença de Deus enquanto eu pesquiso, estudo e produzo.
-
as amizades querem nos escravizar.
Os amigos exigem lealdade absoluta. Nós não temos esta lealdade porque a
prometemos a JESUS. A nossa meta é atraí-los, por nossos lábios e por nosso
comportamento a também prestarem lealdade a Jesus e a desfrutarem da presença
de Deus em suas vidas.
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